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CEUNSP | 19 de outubro de 2022

Alunos do Ceunsp são finalistas do Desafio Flex de Inovação

Tirar a ideia do papel, transpor obstáculos, desenvolver as propostas inovadoras. Uma super oportunidade para o estudante que sonhou e não pode realizar o seu projeto. 

David Gonzaga e Rafael Veiga, estudantes de Engenharia Química do Ceunsp, aproveitaram a oportunidade e foram destaques e finalistas na premiação do 3º Desafio Flex de Inovação entre Universidades

Mas afinal, o que é o 3º Desafio Flex de Inovação? 

O 3º Desafio Flex de Inovação é uma premiação nacional, promovida pela Flex, cujo objetivo é aproximar a relação entre Universidade e Indústria com o propósito de encontrar novos talentos e projetos tecnológicos inovadores realizado pelos estudantes de graduação e pós-graduação do Brasil.  

Para participar da premiação é necessário desenvolver uma inovação que seja tecnológica ou que se encaixe no Plano Nacional de IoT (Internet of Things). 

E o que nossos alunos inovadores fizeram? 

David Gonzaga e Rafael Veiga foram finalistas do Desafio Flex Inovação diante do desenvolvimento de um Vidro Flex feito com placas de garrafa PET, que tinha como objetivo inicial filtrar os raios UV com foco em vidros automotivos. 

No percurso, foram além: notaram que o material também pode ser usado na indústria da tecnologia, automobilística, construção civil, embalagens da indústria farmacêutica, entre outros. Outra propriedade interessante, o projeto criado ajuda a reduzir custos e o impacto ambiental. 

E o que disseram nossos finalistas? 

Os estudantes de Engenharia Química apontam que pegaram como base no desenvolvimento do Vidro Flex, o vidro frontal de carro, substituindo o polímero usado na construção de vidros da indústria automotiva, que é o Polivinil Butiral, pelo Politereftalato de Etileno, mais conhecido como a garrafa PET. 

“Outra base que pegamos de inspiração para criação do Vidro Flex é a experiência de campo que temos, por trabalharmos em laboratórios de empresas de vidros automotivos, sabemos que o polímero hoje usado é um produto de custo elevado, e a maior parte dos produtos que temos no Brasil hoje vem China, e a logística nem sempre é fácil”.  

Os estudantes ainda disseram que o Desafio Flex Inovação 2022, com certeza os fez pensar fora da caixa, e descobrir que esse pode ser um vidro que tem inúmeras funcionalidades.  

O prêmio! 

Neste ano, disputaram 150 trabalhos de universidades do Brasil, mas foram finalistas para disputar a etapa final somente 7 projetos, sendo eles das seguintes instituições: Ceunsp, Facens, Unesp, Ita, Athon, Mauá, Unifei e Cacau Hightech. 

Todos já ganharam um valor de R$ 1.000,00 pelo destaque em suas inovações e concorrem agora o primeiro lugar com o prêmio de R$ 50 mil. 

Parabéns, David e Rafael! Seguimos na torcida por vocês. 

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