CESUCA
|
Notícias
25 de março de 2020
Professora do Curso de Enfermagem da Cesuca, Gisele Tertuliano, esclarece algumas dúvidas sobre a COVID-19
O Brasil enfrenta um cenário atípico, no qual uma epidemia, que evoluiu para uma pandemia, deixou autoridades e cidadãos em alerta. As relações sociais estão sendo intensamente afetadas e muitos hábitos estão sendo repensados. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o novo coronavírus faz parte de uma família de vírus que causa infecções respiratórias e foi descoberto no dia 31 de dezembro de 2019, após casos registrados na China.
Os relatórios da OMS e do Ministério da Saúde apontam que alguns grupos e faixas da população são mais suscetíveis ou vulneráveis a Covid-19, como os idosos, diabéticos, hipertensos, quem tem insuficiência renal crônica, quem tem doença respiratória crônica e quem tem doença cardiovascular. Essas pessoas precisam ter extremo cuidado e estar atentas aos sintomas, que são: febre, tosse, coriza, dor de garganta e dificuldades ao respirar.
Segundo Gisele Tertuliano, professora do Curso de Enfermagem da Cesuca – Faculdade Inedi, o momento atual exige, por parte das pessoas, solidariedade e atitudes coletivas, as quais devem prezar pelo bem comum. “Não há motivos de pânico, mas temos que ter consciência e evitar aglomerações para evitar a proliferação do vírus e principalmente, ter cuidado para com o próximo”, relata a professora.
A docente ainda conta, que muitas pessoas não apresentam sintomas, mas podem ser a portadora para um indivíduo pertencente ao grupo vulneráveis, e é por isso que isolamentos são tão importante nesse momento. “Para a contenção é importante tomarmos todos os cuidados necessários, como: ficar em casa e evitar o contato com muitas pessoas, fechar os comércios não prioritários, lavar as mãos, passar álcool em gel, não compartilhar objetos pessoais, cobrir o nariz e boca ao espirrar ou tossir e manter sempre os ambientes arejados”, explica Gisele.
Por fim, a professa da Cesuca destaca que é necessário acompanhar as informações dos órgãos especializados e obter informações de fontes confiáveis. “Vale ressaltar que que tudo muda em minutos, então é importante sempre estarmos atentos aos sites das secretarias municipais, secretaria Estadual e Ministério da Saúde, que publicam matérias em tempo real e sempre atualizadas”, conclui.