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UNICID | 13 de julho de 2022

Docentes e estudantes do curso de Direito participam da Virada ODS apoiada pela ONU

Dialogar sobre mudanças climáticas, saúde pós-covid, igualdade de gênero, combate ao racismo, respeito à comunidade LGBTQIAP+ e povos originários, fome e à pobreza, paz e justiça para todas as pessoas foram alguns dos temas abordados na primeira Virada ODS.

Organizada pela Prefeitura Municipal da Cidade de São Paulo, a Virada ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) contou com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), diversas Instituições de Ensino, e ocorreu em vários pontos da cidade de São Paulo, nos dias 8, 9 e 10 de julho deste ano.

O evento teve como proposta disseminar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas presentes na Agenda 2030 da ONU no Brasil e trouxe à tona reflexões e conversas necessárias sobre diversas temáticas fundamentais para o desenvolvimento da sociedade.

Os Prof. Dr. Wellington Ferreira Amorim (coordenador do curso de Direito da Universidade Cruzeiro do Sul), o Prof. Dr. Eduardo Ganymedes (coordenador da graduação em Direito da UNICID) e a Profa. Ms. Cristiane Melo (assessora de Extensão da Cruzeiro do Sul), marcaram presença fazendo parte da ODS-16: Acesso à Justiça, Paz e Instituições Eficazes, no dia 9 de julho, e ministraram a  atividade “Saiba Direito” com informações sobre Direito e acesso à Justiça.

Segundo a professora Cristiane, para a dinâmica, foram apresentadas perguntas e respostas ao público, acompanhada de análises dos professores de direito e auxílio dos estudantes de graduação. “Os professores fizeram perguntas sobre diversos temas do Direito. Após as respostas, os professores falaram sobre as questões apontadas de forma simples e didática.”

Para a docente, a contribuição das Universidades foi fundamental. “Estar neste evento e poder levar conhecimento à comunidade local é motivo de alegria. A discussão sobre os Direitos Humanos, Cidadania, os direitos e deveres de cada indivíduo como cidadão, foi nossa contribuição no sentido de sensibilizar as pessoas sobre essas questões tão fundamentais”.

Dias melhores virão

Na crença de que o despertar de consciência é essencial, a professora acredita que é papel dos agentes transformadores cobrar e acompanhar a criação e implementação de políticas públicas de inclusão e ações afirmativas, para alcançarmos o cumprimento das metas até 2030, mas que cada indivíduo, também, é responsável para este cumprimento dessas metas.

De acordo com a professora, o relatório Estado dos Direitos, organizado pela Anistia Internacional, mostra que entre as principais falhas do Brasil em direitos humanos, aparecem problemas como: a alta taxa de homicídios, abusos policiais, execuções extrajudiciais, violência sofrida pela população indígena, e violência contra as mulheres.

“A boa notícia é que a sociedade tem investido em transformar esse cenário, através da mobilização das periferias e favelas, nas diversas manifestações de pessoas saindo às ruas ou lançando campanhas para reivindicar seus direitos. Eventos como este são de suma importância para a transformação das pessoas e da sociedade”, finaliza.

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