CRUZEIRO DO SUL
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27 de outubro de 2026
Estudantes de Direito participam de Júri Simulado sobre omissão de socorro
Atividade no Campus Santo Amaro aproxima teoria e prática jurídica por meio da análise de um caso de omissão de socorro
A formação jurídica exige mais do que o domínio das leis: requer capacidade de argumentação, interpretação de provas e reflexão ética.
Com essa perspectiva, estudantes do curso de Direito da Universidade Cruzeiro do Sul, Campus Santo Amaro, participaram, em 25 de setembro de 2026, de uma simulação de julgamento promovida na disciplina Direito Penal I, sob a responsabilidade da Profa. Renata Gomes Miranda Lima.
A atividade teve como tema “A Morte de José Erinaldo e a Omissão de Socorro”, caso utilizado para discutir a responsabilidade penal diante da ausência de assistência a uma pessoa em situação de emergência. A proposta estimulou a análise das diferenças entre dolo eventual e culpa consciente, além das consequências jurídicas da omissão de socorro.
Organizados em equipes de acusação e defesa, os estudantes assumiram funções de magistrados, promotores, advogados e demais participantes do julgamento. A dinâmica envolveu análise de laudos periciais, depoimentos, construção de teses jurídicas e exercício do contraditório, aproximando os conhecimentos teóricos das exigências da prática profissional.
Responsabilidade individual e institucional
Durante a simulação, os discentes desenvolveram competências relacionadas à argumentação jurídica, ao raciocínio crítico, à interpretação de provas e à capacidade de persuasão. A atividade também proporcionou reflexões sobre a responsabilidade individual e institucional diante de situações que envolvem a preservação da vida.
Segundo a avaliação apresentada pela professora responsável, a experiência contribuiu para consolidar conhecimentos de Direito Penal e Processual Penal, evidenciando a importância das metodologias ativas na formação de profissionais preparados para enfrentar situações jurídicas complexas.
A iniciativa está alinhada aos ODS 4 – Educação de Qualidade e 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes, ao promover uma aprendizagem participativa, crítica e comprometida com a ética, os direitos fundamentais e a justiça social.