UDF
|
Notícias
25 de junho de 2021
“Contra a violência, a desonestidade, a corrupção, o desrespeito, o espírito da subserviência e a baixa autoestima que adoecem a sociedade: chame a Liga da Integridade! Pela justiça, honestidade, resiliência, coragem, altruísmo, responsabilidade e empatia que tornam o mundo um lugar melhor para se viver: chame a Liga da Integridade!”
Esses super-heróis fazem parte do NaMoral Game, que está sendo implementado no UDF em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT).
NaMoral é um projeto do MPDFT que propõe levar experiências para o fortalecimento da cultura da ética, integridade e cidadania aos ambientes educacionais, promovendo o engajamento dos estudantes e professores na missão de transformar seu ecossistema (escola, universidade, posteriormente, sua comunidade) em um ambiente de integridade.
Pioneirismo do UDF
O UDF foi a instituição de ensino superior pioneira na aplicação do game, por meio de um programa de extensão realizado de maneira on-line no primeiro semestre. O projeto envolve atualmente 100 universitários de diversos cursos, como Letras, Pedagogia, Direito, Psicologia, Administração, Gestão e RH, Publicidade e Propaganda e Ciência da Computação.
Os estudantes criaram heróis da integridade, que podem ser conhecidos no perfil do projeto no Instagram. Uma nova turma será formada no próximo semestre.
A Profa. Suliane Rauber, coordenadora do projeto, destaca que é fundamental promover experiências para despertar a consciência e o comportamento ético, íntegro e cidadão para os universitários.
“O papel das instituições de ensino é determinante, pois formam profissionais que atuarão na sociedade. Quanto mais profissionais embaixadores e influenciadores da integridade, intransigentes à corrupção e determinados a restaurar os danos conseguirmos formar, mais saudável nossa nação será”, afirma a docente.
Participação dos alunos
Alexandre Silva, aluno do curso de Letras, compartilha um pouco do que foi essa experiência. “Participar do NaMoral me fez ver como minhas ações, por menor que sejam, tem um enorme impacto na vida daqueles que vivem a minha volta. Sinto que o projeto agregou muito ao estágio curricular desse semestre, já me tornou mais humano e consequentemente mais preparado para lidar com uma sala de aula futuramente. Me sinto grato por ter feito parte dessa jornada. Afinal de contas, como o próprio lema do projeto deixa claro, esperto mesmo é ser honesto”.
Como as experiências foram on-line, os alunos das turmas de primeiro semestre do curso de Ciência da Computação puderam ajudar na adequação das experiências que antes ocorriam nas escolas em formato presencial.
Durante as aulas remotas síncronas da disciplina de Pensamento Computacional, esses estudantes puderam de forma coordenada, dentro do próprio ambiente virtual disponibilizado pelo UDF, sugerir e colaborar na definição das ferramentas e tecnologias educacionais, bem como atuar como monitores durantes os encontros remotos.
Dinâmica dos encontros
Foram sete encontros, com duas horas de duração, em que os alunos participaram de rodas de conversas, troca de ideias, momentos de reflexão em grupo e individual, além de cumprirem missões ao longo das semanas de curso em grupos divididos por nomes: integridade, empatia, altruísmo, fraternidade, honestidade, responsabilidade, dignidade, respeito, hombridade e solidariedade.
Os jovens são estimulados a agirem com integridade, paciência e serenidade, tendo a linguagem não violenta como forma de comunicação, além de aprenderem a assumir erros e entenderem como lidar com eles, sendo intransigentes contra a corrupção.
A coordenadora reitera a importância desse projeto para os jovens em vista do relevante papel social prestado pelo ensino superior: “Formação de profissionais mais humanos, éticos e íntegros, com repertório de habilidades sociais, mais criativos, curiosos e com capacidade de gerar valor e pensar nos dilemas que a vida nos coloca”, finaliza a professora Suliane.